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    NOSSA CONSCIÊNCIA, UMA GUIA SUICIDA



    “Sua consciência é seu guia”, talvez você já tenha ouvido essa afirmação em algum momento de decisão em sua vida. Mas será que realmente é válido nos valermos de nossos valores pessoais com vistas a tomar uma direção em nossas vidas?

    Richard Owen Roberts diz que nossa geração tomou como ponto de partida para as resoluções da vida três axiomas: “A sensação é boa?”, “Vou gostar?” “Isso machuca a outra pessoa?”. Muitos acreditam que isso é o suficiente para viverem vidas dignas e plenas.

    Para a maioria dessas pessoas as leis de Deus são estraga prazeres. Até mesmo alguns religiosos pensam que tais ordenanças não passam de mandamentos arcaicos entregues a Moisés em um período de selvageria que deveria ser contida de alguma forma na época. Os tempos são outros, o ser humano já tem bastante consciência de seus atos, evoluímos, criamos escolas, educação, constituição. Deus virou detalhe, coisa de pessoas fracas que precisam acreditar em algo além da realidade. Será?

    Com toda a nossa evolução tecnológica e social, ainda assim, pessoas matam umas às outras, crianças padecem de inanição, mulheres abortam, adolescentes são vendidas como escravas sexuais, povos ainda fazem guerra e a violência jorra diante de nossos olhos por todos os meios de comunicação possíveis. A humanidade continua sua derrocada e a consciência é uma guia suicida que leva todos os que se valem dela para a morte. 

    A Lei de Deus, seus mandamentos, são mais do que máximas religiosas guardadas pelo tempo. Eles se constituem, na verdade, numa forma de sermos conduzidos para a vida plena apesar da nossa condição de uma mente completamente depravada pelo pecado.

    O salmista nos diz algo bem relevante a esse respeito: “Tenho desejado a tua salvação, ó Senhor; a tua lei é todo o meu prazer”. Salmos 119:174 Salvação nesse contexto do Antigo Testamento está relacionado à preservação da vida, note que o salmista diz desejar essa salvação e faz um contraponto ao encontrar na Lei do Senhor o seu prazer. Ou seja, esta Lei preserva-lhe a vida, e esta vida se torna prazerosa.

    A conclusão que chegamos é que o mundo necessita mais do que nossas regulamentações humanas – que aliás em sua maioria só foram possíveis serem criadas a partir de uma influência direta dos conceitos das Escrituras Sagradas – mas necessitamos além disso de um árbitro para a nossa consciência que costuma sempre advogar nossa causa egoísta e tacanha. 

    A Bíblia cita em vários momentos que “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria”. O Homem só encontra a maneira sábia de se conduzir pela vida quando passa a temer, ou seja, reverenciar a Deus e aceitar seus mandamentos como regra de vida. Fora disso não há existência que possa ser considerada plena, prazerosa, ou suficiente para quem foi criado para algo maior do que aquilo que nos é apresentado nesse mundo.

    Por João Eduardo Cruz.

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