• "O verdadeiro evangelho exalta a Deus... Se camuflado a excelência perderá!"

    HUMILDADE QUE HUMILHA




    “Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo” (Tiago 1.1)
    Você é uma pessoa humilde? Sério mesmo, totalmente humilde? É, eu também não. Como alguém já disse em algum lugar, meus amigos ririam de mim se eu dissesse que escrevi algo sobre humildade. Todavia, graças sejam dadas a Deus, “Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor” (2Co 4.5). Vamos juntos, nesta breve meditação, olhar para a humildade de Tiago, escritor da carta que leva seu nome, e aprender com esse bom exemplo de servo de Cristo a nos humilharmos debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele nos exalte no tempo devido (1Pe 5.6).

    Humildade que Humilha | Por Yago Martins

    Quando meditamos um pouco sobre a vida de Tiago, não há como ficarmos indiferentes à profunda humildade que ele expressa em suas palavras iniciais: “Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo”.
    Nós sabemos que Tiago era um homem muito proeminente em toda a Igreja da época. Enquanto muitos se orgulham de serem filhos de homens importantes ou serem amigos de pessoas de prestígio, ele era meio-irmão do Messias profetizado, o Deus encarnado, o Soberano do Universo. Ele não foi convertido a Cristo em Seu ministério terreno (Jo 7.5), tendo sido salvo somente após a morte de seu irmão (At 1.14). E, mesmo assim, ele foi reconhecido como apóstolo por Paulo, embora não fosse contado entre os doze (Gl 1.19), e chegou a ser chamado de sustentáculo da Igreja (Gl 2.9)! Ele presidiu o concílio de Jerusalém (At 15) e sequer precisou dizer quem era em sua carta. Apenas o seu próprio nome era suficiente para que os irmãos dispersos pela Ásia o reconhecessem.
    Quantos de nós não seríamos corrompidos se vivêssemos nessas circunstancias? A maioria de nós não consegue receber alguns elogios sem que nos sintamos superiores às pessoas ao redor. Se olhássemos menos para os outros e mais para nós mesmos, perceberíamos que nosso coração é mais motivado por orgulho do que imaginamos. Raramente assumimos que estamos errados em alguma discussão acalorada. Estar “por baixo” não é o sonho de nenhum de nós. Ora, nossos objetivos como servos de Deus quase sempre envolvem sermos grandes: grandes pregadores, grandes músicos, grandes missionários, grandes acadêmicos… Quem de nós aceitaria estar por baixo na vida?
    Há um antigo ditado que ouvi, no inicio da minha conversão, que diz: “quando Deus quer testar um homem, Ele não lhe dá pobreza ou anonimato; Ele dá riqueza e fama”. Em certo sentido, isso é verdade. Você conhece o caráter das pessoas mais quando elas são amadas do que quando são odiadas. Como veremos posteriormente, o próprio Tiago, em sua epístola, passa mais tempo repreendendo os ricos do que os pobres. É por isso que Agur ora ao Senhor com palavras tão enfáticas: “Não me dês [...] a riqueza; dá-me o pão que me for necessário; para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o SENHOR?” (Pv 30.8-9).
    No entanto, quando nós olhamos para a saudação de Tiago, não percebemos nenhum tipo de orgulho, nenhum tipo de exaltação própria. Ele não chama atenção para suas obras nem tenta pregar a si mesmo. Muito pelo contrário! Sua atitude demonstra uma humildade tão evidente e natural que nos humilha e faz com que nos envergonhemos de nossos corações torpes e apodrecidos pelo pecado.
    Quantos de nós não podemos assumir uma atividade nova na igreja local ou receber um papel que nos dê visibilidade, sem que logo nos elevemos sobre os outros homens? Nossas redes sociais nos acusam. Nossos blogsfacebooks e twitters apontam os dedos para nossa face e bradam em uníssono: “Soberbo!”. Sempre evidenciamos que somos ministros de algo, escritores disso, articulistas daquilo, conferencistas nacionais, internacionais, intergalácticos, ou o diabo! Não podemos terminar um novo nível acadêmico, sem que precisemos atualizar os pronomes de tratamento que cobramos, voluntária ou involuntariamente. Sempre precisamos que as pessoas saibam que somos Diretores, Editores, Chefes, Presidentes, Reverendos, Bispos, Apóstolos, Patriarcas, Vice-Deuses… Dá até nojo vermos as sobrancelhas de muitos pastores ficarem tensas quando os chamamos apenas de irmãos ou apenas pelo primeiro nome. Ó geração ímpia e infiel, como podereis resistir à ira que há de cair sobre vós?

    A humildade de Tiago é humilhante.

    Como podemos levantar nossas cabeças e olhar nos olhos de qualquer pessoa quando comparamos nossa vida com a desse homem? Veja, ele é só mais um pecador salvo pela graça como todos nós! E, mesmo assim, somos reprovados só pelo modo como ele se apresenta. Quem poderá bater no peito e reivindicar não ser enlaçado em nenhum nível por esse terrível pecado? Quem poderá dizer: “lavei minhas mãos desse mal”?

    Humilhante.

    Onde estão os bem-aventurados pobres de espírito? Onde estão os que reconhecem que não têm qualquer bem em si mesmo? Onde estão aqueles que não se sentem ofendidos quando são confundidos com jovens na fé? Em que caverna se esconderam os sete mil que não se dobraram a si próprios? Parece que todos estão encurvados a si.

    Humilhados.

    É assim que estamos. Humilhados. É o que acontece quando tentamos nos exaltar. É o que ocorre quando não queremos ficar por baixo. É o que somos quando não nos deixamos acreditar que realmente erramos e que a culpa é mesmo nossa. Humilhados. É o que escrevemos em nossa própria fronte quando publicamos fotos com uma parede de livros ao fundo, ostentando como somos leitores vorazes e sábios. É o que somos quando penduramos nossos numerosos currículos nas paredes de nossos escritórios. É o que você é quando tenta esquivar-se destas acusações. Os que tentam subir acabarão descendo; apenas quem desce será elevado. “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda” (Pv 16.18).
    Pessoas presas a cargos e títulos precisam urgentemente de um choque de Cristianismo genuíno. Ora, como eles se dedicarão às missões, se lá não há quem os aplauda? Como eles suportarão o sofrimento solitário e silencioso que muitas vezes é cobrado de nós por sermos cristãos? É por isso que muitos pregadores passam tanto tempo falando de suas vidas nos púlpitos, porque eles não possuem outro lugar para compartilhar que são mais abençoados ou mais sofredores. Cristão que querem ser famosos, vistosos ou admirados não entenderam nada de vida cristã e deveriam retornar aos pontos fundamentais da religião, como os Hebreus. Muitos assinam seus livros como Doutores, mas faz muito tempo que esqueceram os rudimentos. O próprio Tiago, em sua epístola, cita o livro de Provérbios, dizendo que “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (4.6; cf. Pv 3.34). Essas são palavras fortes que precisam ser bem entendidas. Tiago estava apresentando Deus como aquele que nos ama e tem ciúmes de nós. Assim sendo, haverá alguém capaz de prestar-Lhe a devoção que Ele requer? O argumento do texto é que Deus dará graça, favor imerecido, para aqueles que se humilham e reconhecem que não podem cumprir as exigências do Mestre. No entanto, Ele resistirá aos orgulhosos. “Resistir”, naquela frase, é um verbo no tempo presente e na voz ativa. O que isso significa? Isso mostra que a oposição de Deus ao orgulho é uma atividade imediata e constante. Não queira isso sobre você!
    A menos que você reconheça que não é ninguém e que, não importando quantos títulos, cargos, dons, papéis ou doutorados você tenha, você ainda é um verme pecador que só pôde ser salvo pela morte do Deus-Homem, Deus resistirá a você. Não é a toa que a palavra grega equivalente a “orgulho” é hyperefanos, a qual significa, literalmente, a qualidade daquele que mostra a si mesmo como superior a outros. Não é isso que você está fazendo quando mostra seus títulos? Não é isso que você está fazendo quando emoldura seus diplomas e os põe na parede do escritório? Cuidado: se a salvação é apenas pela graça, e Deus só dá graça aos humildes, os orgulhosos estão em sérios apuros.
    Não posso esquecer o dia (ou a madrugada, para ser mais exato) em que ouvi uma conversa entre um pastor e uma cantora evangélica, na sala de embarque de certo aeroporto. O homem tentava se exaltar, falando sobre o número de igrejas nas quais ministrara, e a mulher logo o interpelava, exaltando a quantidade de vendas de seus CDs – e esse pingue-pongue de autoelogios durou por vários minutos e em alto tom de voz, quase aos berros: ele falando sobre as entrevistas que deu, ela sobre o número de “decisões por Cristo”. Situações como essas deveriam nos fazer pensar se estamos mesmo seguindo a Cristo verdadeiramente.
    Claro que pode haver momentos em que seremos vistos e postos adiante dos outros. Paulo reconhece que existem alguns homens que se sobressaem sobre os demais (1Co 4.7), mas isso não é algo que buscamos. Como disse Walter McAlister, “todo que fala aparece. Mas isto não quer dizer que fala para aparecer. Aparecer é uma necessidade para quem tem o que falar” – ou seja, muitos oradores vão aparecer mais que as outras pessoas, e isso é inevitável. No entanto, oradores humildes não buscam o destaque, buscam ser pregadores fiéis, quer sejam vistos ou não.
    A Escritura usa palavras amedrontadoras quando se refere ao relacionamento de Deus com os homens orgulhosos. Quem encabeça a lista de coisas que o Senhor odeia são as pessoas de “olhos altivos” (Pv 6.16-17). A sabedoria personificada de Deus declara que odeia a soberba e a arrogância (Pv 8.13). Provérbios 16 é ainda mais enfático: “Abominável é ao Senhor todo arrogante de coração, é evidente que não ficará impune” (v. 5). Como nós podemos, depois de termos sido salvos da ira, ainda sermos amarrados por laços tão odiáveis? Precisamos detestar nossa pecaminosidade e lutar contra isso com todas as nossas forças, com toda a nossa alma, com toda a nossa mente.
    Por que não tomarmos Moisés como um bom exemplo para seguirmos nessa batalha? Em Hebreus 11, aprendemos que ele abriu mão de muitas coisas ao deixar o palácio a fim de unir-se ao povo de Israel. Sim, ele abandonou conforto, abandonou os prazeres, abandonou o pecado, abandonou as riquezas; mas não foi apenas isto. Ao abandonar sua posição, Moisés “recusou ser chamado filho da filha de faraó” (v. 24). Ele abriu mão de ser bem visto por toda a sociedade de sua época; ele deixou de lado fama e glória de homens; ele recusou todos os títulos que poderiam vir antes de seu nome. A humildade de Moisés também nos humilha. Como Moisés conseguiu abrir mão de se expor ao mundo para andar às sombras do Onipotente? Por que ele considerou o sofrer com Cristo mais valioso do que todas as riquezas que o mundo poderia oferecer (Hb 11.24-26). Irmão, olhe para a Cruz, e se despoje de suas coroas humanas, e exalte apenas Cristo como Rei e Senhor de tudo.

    Como Você se Apresenta?

    O ponto central de nossa meditação não é apenas o sermos humildes, mas o apresentarmo-nos de modo que evidencie isso. Assim sendo, façamos mais três considerações pertinentes acerca da saudação de Tiago.

    Entregue à servidão

    Tiago inicia sua carta declarando-se “servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo”. O termo grego doulos (δοῦλος), que nossas Bíblias traduzem como “servo”, significa, literalmente, “escravo”. Ou seja, no lugar de apóstolo, como Paulo o chamou, ele se apresenta como escravo; ao invés de coluna da Igreja, ele se denomina serviçal; quando ele poderia pôr-se como meio-irmão do Senhor, ele preferiu ser o ultimo entre os homens. Que atitude magnífica! Olhe para seu redor e encontre dez homens justos como Tiago e talvez Deus nos livre da condenação que é profetizada aos soberbos (Pv 16.18). A queda virá para todos nós se não nos arrependermos e começarmos a agir como esse homem.
    Muitas vezes, apresentarmos a nós mesmos de modo exaltado não é o problema em si, mas apenas o fruto de algo mais profundo. Precisamos nos ver como escravos e servos, e não como pessoas superiores. Como Paulo disse: “Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lugar” (1Co 4.9).

    Obras que procedem da fé

    Tiago sabia que nossas obras precisavam proceder de uma fé genuína. Ele fala disso no segundo capítulo de sua carta, e é impossível que ele não conhecesse seu próprio ensino. Assim sendo, não podemos imaginar que as palavras desse santo são apenas aparência de piedade. A humildade dele era genuína e procedia do coração.
    Nós, no entanto, somos acostumados com aparências. Nós não olhamos tanto para nossas motivações – se estivermos fazendo o certo, é o bastante. Com isso, somos acostumados a usar algumas frases que nos dão alguma imagem correta: “Não há de quê”, “é só pela graça de Deus”, “qualquer um faria isto”, etc. É fácil ficar com as bochechas avermelhadas, encolher os ombros e baixar a cabeça, humildemente. No entanto, o que está no nosso coração quando fazemos isso? Não podemos imaginar que Tiago esteja se apresentando como escravo de Cristo enquanto seu coração clamava por honras e glórias. Por que viveríamos assim? Eu não quero apenas que você troque a “Bio” do seu twitter, o “Quem sou eu” do Orkut ou que comece a se apresentar como “irmão Fulano”, ao invés de “Pastor Fulano da Silva”. O meu desejo – e, principalmente, o de Deus – é que isso flua do seu coração.

    Razões para sermos humildes

    Winston Churchill, famoso principalmente por sua atuação como primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial, descreveu um adversário político como um “modesto homenzinho, cheio de razões para ser modesto”. Essa é uma ótima descrição de todos nós. Tiago não se apresentou humildemente por um ato de bondade, mas atestou uma realidade inegável. Tiago, e todos nós, temos muitos motivos para nos humilharmos a nós mesmos.
    Tiago ensinou claramente que a vida é breve: “Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tg 4.14). A qualquer momento, esta nossa breve e frágil vida pode acabar. Como alguém certa vez disse, “um puxão no gatilho e já era. Um tropeção na bordinha. Atropelado na estrada, engasgado com osso de galinha, esfaqueado, acidentado, doente, traído… Tantas formas de morrer que me admiro ainda estar vivo”.
    Sendo a vida como é, como poderemos nos exaltar como superiores a qualquer outro? Todos nós podemos perecer a qualquer momento; todos nós somos como folha seca, como a flor da erva, que pode sumir com um único sopro. Medite na brevidade de sua existência e perceba que todos somos igualmente passageiros e fracos.
    Não vos enganeis, meus amados irmãos. Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas. (Tg 1.16-18)
    Além disso, precisamos entender que tudo, absolutamente tudo, de bom que há em nós provém do Senhor. Se possuirmos algum talento, não devemos achar que ele é uma manifestação de nossa própria capacidade ou poder, mas uma atuação direta da graça de Deus em nós. Paulo, ao escrever aos coríntios, reconhece que existiam alguns que se sobressaíam diante de todo o povo, mas chama atenção ao fato de que eles só possuíam destaque porque Deus havia entregado isso a eles. A conclusão é clara: “E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te vanglorias, como se o não tiveras recebido?” (1Co 4.7). A questão não é ignorar nossas próprias habilidades, mas perceber que elas não são geradas por nosso próprio poder; logo, elas não são mérito nosso, mas são resultantes da atuação de Deus sobre nós, logo, todo o mérito é do Senhor.

    O Autor da Transformação

    Seremos tolos em toda a nossa análise se não respondermos de modo satisfatório: o que fez com que Tiago, um homem que sequer conhecia o amor de Deus, se tornasse um exemplo de humildade para todos nós? A resposta está em seu Senhor.
    O próprio Tiago, em sua saudação, deixa claro de quem ele é servo: “de Deus e do Senhor Jesus Cristo”. O que torna um homem orgulhoso em um homem humilde é a revelação de Cristo. É em 1Coríntios 15.7 que lemos que Cristo “apareceu a Tiago”. Foi essa aparição que levou Tiago a ter seu caráter transformado.
    Evidentemente, até as nossas melhores obras estão maculadas pelo pecado, de modo que até a nossa humildade é imperfeita e orgulhosa. Porém, houve um que foi perfeitamente humilde e correto diante de Deus.
    Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. (Fp 2.5-8)
    Quer se tornar uma pessoa humilde? Olhe para esta cruz! O grande Rei, Senhor das galáxias, esvaziou-se e entregou o Seu ser à morte. Como podemos manter nosso orgulho diante disso? Como cantavam os antigos:
    “Quando contemplo a maravilhosa Cruz
    Na qual o Príncipe da glória morreu
    Meu maior ganho considero como perda
    E desprezo todo o orgulho meu.”
    Resumindo tudo que foi dito, você só possui duas escolhas. Você pode chamar a atenção dos homens, ou você pode chamar a atenção de Deus. O próprio Senhor da glória declara: “Mas o homem para quem olharei é este: o aflito e abatido de espírito e que treme da minha palavra” (Is 66.2).
    Quando você se exalta, os homens olham para você, mas Deus fecha os olhos. Quando você se humilha, os homens não verão suas obras, mas você ganhará a atenção de Deus. Quem você quer que esteja atento às suas obras e feitos? Os homens ou Deus? É impossível escolher os dois. O Pai prometeu olhar para aquele que é abatido de espírito, aquele que se humilha, aquele que se põe como o menor. Uma característica de pessoas humildes é que elas tremem diante da Palavra de Deus. Vá até a Escritura e seja confrontado pelo caráter de Deus, pela obra de humildade de Cristo e pelo agir transformador do Espírito Santo. Assim, você terá forças para seguir o mandamento de Pedro: “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte” (1Pe 5.6).
    Texto de: yagomartins.com

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