• "O verdadeiro evangelho exalta a Deus... Se camuflado a excelência perderá!"

    AH... O AMOR!



    Amados irmãos, uma boa quarta pra vocês! Aqui estou eu para escrever-vos. Hoje falaremos do amor... Amor que revela a natureza de Deus, que revela quem devemos ser perante o Senhor! Vamos lá!

    No Antigo/Velho Testamento, Deus entregou a Moisés as tábuas da Lei que continham os dez mandamentos que eram (se quiserem conferir na Bíblia, a referência é Êxodo 20. 1 a 17) :
    • Não terás outros deuses diante de mim;
    • Não farás para ti imagem esculpida;
    • Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão;
    • Lembra-te do dia do sábado, para o santificar;
    • Honra a teu pai e a tua mãe;
    • Não matarás;
    • Não adulterarás;
    • Não furtarás;
    • Não dirás falso testemunho contra o teu próximo;
    • Não cobiçarás coisa alguma do teu próximo.
    Fiz o destaque em duas cores para separar as duas categorias e também para poder dar continuidade a minha reflexão. Então, se você observar os mandamentos se classificam em duas partes: uma primeira parte (em laranja), voltada especificamente para Deus; e uma outra parte (em azul) voltada para o próximo (amigo, irmão, conhecido, "inimigo").
    No Novo Testamento, Jesus resume os dez mandamentos em apenas dois:

    "E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo." (Mateus 22.37-39)

    Será que teria algum motivo de Jesus deixar apenas dois mandamentos? Claro que sim, queridos! Eles resumem a Lei: "desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas" (Mt 22.40). Os mandamentos foram resumidos em amor: amor a Deus e ao próximo. Vejamos: se amo a Deus com toda certeza, não terei outros deuses (quem ama é exclusivo ao ser amado), não preciso ver para amar, logo não preciso de imagens para adorar, não usarei o nome dEle em vão e, claro, que terei um tempo para ele (amor se mede com a dedicação dada ao ser amado).

    Se, amo a Deus, cumpro assim, os quatro primeiros mandamentos. E, Camila, se eu amar o meu próximo, o que acontece? Se eu o amar, de forma alguma deixarei de honrar os meus pais (não desobedecerei, porque quem ama só quer agradar ao ser amado), não vou matar (ninguém mata por amor, tenha certeza disso, você mata por paixão, possessividade, loucura, mas por amor, não!), não adulterarei/trairei (quem ama é fiel), não furtarei (o amor renuncia, logo não precisa tomar nada de ninguém), não direi falso testemunho/mentira (o amor anda lado a lado com a verdade) e não desejarei o que não é meu - isso inclui pertences, status, namorado (a) - (quem ama, prefere a felicidade do outro, embora essa felicidade anule a dele).

    Então, lindos, é impossível amar e trair, amar e mentir. No amor não há mentiras, não há falsidade. É isso que 1 Coríntios 13 afirma. No dia em que você for traído, tenha certeza que você nunca foi amado, você foi iludido, mas amado, não. A Bíblia diz que Deus é amor, me responda então: Em Deus, há mentira? falsidade? defraudação? adultério?

    Não, queridos, em Deus não há nada disso. Deus é verdade, fidelidade. O amor não só me define como um ser bom, mas como um verdadeiro servo de Deus. Se você realmente for um filho da luz, o caráter de Cristo está em você! Sua vida é padrão dos fiéis, é exemplo para os próximos. Nossos frutos demonstra quem somos, se tivermos atitudes corretas, demonstramos  que somos fiéis a Deus, por sua graça e misericórdia para conosco, que andamos em luz. Quer medir o quanto você é cristão, então verifique suas atitudes e veja quanto amor você tem dentro de si, se suas atitudes ainda não forem legais, clame a Deus e peça pra Ele fazer a obra na sua vida, te moldar para que você seja um imitador de Cristo e faça coisas semelhantes as que Ele fez.

    Fiquem na paz, meus amados irmãos!